O Príncipe, por Nicolau Maquiavel

Eu particularmente levei um bom tempo para concluir a leitura deste livro. Não pelo fato de se tratar de um livro chato, e sim pela edição que li. Foi uma edição com comentários de Napoleão Bonaparte e Cristina da Suécia. E isso foi o que tornou o livro um pouco cansativo para mim. Depois de certo ponto passei a ignorar os comentários, que na maioria das vezes eram completamente irrelevantes, e isso me fez ler de forma mais acelerada. O Príncipe

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Morte na Mesopotâmia, por Agatha Christie

Morte na Mesopotâmia foi o primeiro livro que li de Agatha Christie, e também o primeiro do gênero. Foi um livro de leitura bastante fluída e agradável, com poucos pontos negativos. Ele é o tipo do livro que você lê vários capítulos sem cansar, e quando está  distante só consegue pensar em retomar a leitura. Ou seja, ele causa um efeito positivo que todo livro bom causa. P.S.: Evite essa resenha caso ainda não tenha lido o livro. Morte na Mesopotâmia

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A árvore que dava dinheiro, de Domingos Pellegrini

Livro de fácil e agradável leitura. Fiquei bastante satisfeito durante e me peguei refletindo várias vezes sobre algumas situações apresentadas. O livro conta a história de uma pequena cidade chamada Felicidade, onde uma árvore subitamente começa a dar dinheiro, e toda a narrativa nos mostra como os habitantes da cidade reagem a isso. É uma história bastante envolvente e empolgante. A cada momento somos apresentados a novas formas de ganhar dinheiro usadas pelos moradores, e tudo acaba se tornando um

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O Silmarillion, por J.R.R. Tolkien

O Silmarillion foi o livro que mais me impressionou desde que me considero um amante de fantasia, e não hesitaria em afirmar que é uma das maiores riquezas do gênero, apenas alcançado por outras obras excepcionais. No livro, nós somos apresentados a uma quantidade incrível de detalhes e personagens, e a cada movimento da história nós criamos nossas afinidades, suposições, repulsas, frustrações e satisfações. Cada capítulo pode ser visto como um filme ─ e essa capacidade de escrever muito escrevendo pouco é

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Luiz Gama: o libertador de escravos e sua mãe libertária, Luíza Mahin. De Mouzar Benedito

Não imaginei que um livro tão pequeno ─ em tamanho físico e total de páginas ─ fosse se mostrar tão interessante. O livro conta a história de Luiz Gama, uma das figuras mais importantes na luta contra a escravidão no Brasil. Na narrativa, o autor nos apresenta vários fatos que ilustram a relevância de Luiz Gama em sua constante batalha, e também nos trás informações de como era o nosso país na época em questão. O livro não tem muitas páginas

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