Apresentação e objetivo do blog

Em meio a tantas plataformas de comunicação e produção de conteúdo, possuir um blog foi a alternativa que mais me agradou. Todo esse ambiente e atmosfera mostram-se bastante agradáveis e valiosos para um meio de comunicação, e principalmente servem de grande valia para os objetivos que me levaram a criar um blog.

Questionando verdades

Como todo bom cético, atualmente uma das minhas atividades mais empolgantes e produtivas está sendo pôr verdades em questionamento, e esta prática está me saindo mais prazerosa e empolgante do que eu pude imaginar. No presente momento, estou estudando ─ se preferir, investigando ─  algumas verdades que nos foram apresentadas com embalagem e receita desde que éramos crianças, com a intenção de nos induzir a aceitá-las como absolutas e de encará-las de forma unilateral; com nos foram eu me refiro essencialmente a todos os brasileiros; e com verdade eu me refiro a toda e qualquer explicação ou argumento que tomamos como verdadeiros, justificando assim a ideia principal à qual se dirigem.

Ao final do estudo dessas histórias, postarei aqui a análise de cada uma dessas verdades estudadas, apresentando fatos, notas, observações e todo tipo de informação relevante que se relacione com o assunto, de modo que você possa analisar todo o conjunto e então escolher a sua posição com base nos fatos e na introspecção, e não na omissão ou manipulação do que nos é direcionado.

O questionamento faz parte da natureza humana, é intrínseco, e o fato de sempre tentarmos entender qualquer tipo de ação ou acontecimento que fuja da nossa compreensão deixa isso bastante claro. Contudo, e prejudicialmente, nós, às vezes, deixamos esse questionamento de lado quando nos deparamos com verdades convenientes ─ fato que é bem ilustrado pela falácia post hoc(!), argumentando que, o fato de B suceder A não significa que B foi causado por A. E esta simples ação ─ de deixarmos o questionamento de lado ─, embora seja tomada na maioria das vezes de forma inconsciente, pode ser uma sabotagem imensurável que cometemos com nós mesmos. Pois, ao aceitarmos uma verdade, automaticamente iniciamos uma narrativa que não necessariamente é veraz, e isso nos fará aceitar outras verdades relacionadas à primeira por relevância e que também poderão se mostrar imprecisas.

Ou seja, ao aceitarmos uma possível mentira, estaremos inclinados a aceitar futuras mentiras que corroborem com a primeira, nos levando a um posicionamento completamente equivocado. Mas este é um assunto que futuramente abordarei aqui no blog, de forma individual, pois é um tópico bastante pertinente e requer uma devida argumentação, tornando-o um pouco extenso.

Ensaios, asserções e conjecturas

Além de pôr verdades em questionamento, outra atividade à qual dedico boa parte do meu tempo é a criação e desenvolvimento de teorias e posições, em que eu essencialmente analiso e crio minhas próprias asserções ou conjecturas com relação aos mais variados e relevantes assuntos , e também aos irrelevantes que se mostram relevantes para mim. Em outras palavras: eu desenvolvo ideias sobre qualquer assunto que habite a superfície da minha mente por tempo suficiente para chamar minha atenção.

Gosto de usar o termo asserção para me relacionar com todas as análises que faço e com as quais me posiciono seguindo alguma das opções encontradas no assunto, quando “escolho um lado”. Uso conjectura para me referir aos textos que apresento hipóteses argumentadas ─ como o conceito semântico sugere ─, ou quando apenas analiso os fatos relacionados ao assunto e deixo em aberto o resultado final ─ e também para adotá-la como parte do blog, pois adoro essa palavra. Finalmente, utilizo ensaio para dirigir-me a propostas de textos aos quais ainda não tenho um posicionamento definido ou ainda não sei exatamente o que penso sobre o assunto. O ensaio é, portanto, nada mais que o início de uma asserção ou conjectura.

Caderno online e resenhas

Eu valorizo muito a escrita à mão, e basicamente todo texto que eu postar neste blog terá sido iniciado ou até concluído em um caderno, à mão ─ principalmente resenhas de livros. Portanto, em muitos momentos irei referir-me ao blog usando a palavra caderno ─ pois é assim que espero que seja visto ─, e isso me deixará bastante confortável, pois irá atenuar o peso de tudo que eu eventualmente escrever, me deixando mais despreocupado e não me forçando a procurar escrever tudo sempre de forma impecável e perfeita ─ o que provavelmente me levaria a não escrever nada, pois sempre acho um defeito aqui ou ali. Mas isso não significa que escrevei de forma imprudente e superficial.

Por fim, e não menos importante, também usarei este espaço para postar resenhas de livros, e também análises sobre autores, bem como resenhas de filmes, animes e possivelmente séries, procurando sempre comentar os mais relevantes, que nos façam pensar de alguma forma, que nos acrescentem algo, como o filme Waking Life(2001) ou o anime Steins;Gate(2011).

Essas são as minhas principais intenções, e espero conseguir atrair um considerável número de questionadores com tudo que postarei. Você pode saber mais um pouco sobre mim e sobre o blog acessando a página Sobre, onde dou mais alguns detalhes do que escrevo, e onde falo sobre meus projetos.

Muito obrigado pela sua visita, e espero vê-lo novamente por aqui.

Natural de Salvador, Manlei Santeoni tem 25 anos de idade, é apaixonado por literatura, filosofia e uma boa música. Escreve para a internet há alguns anos e é aficionado por cadernos ─ onde a maioria de seus textos é iniciada. Junto com sua paixão pela música e pela natureza, Santeoni também é contador de histórias, e seu primeiro livro a ser publicado já está em produção. Adicionada a tudo isso está a sua alta estima pela Língua Portuguesa ─ principalmente quando bem falada e bem escrita.

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